97% dos meninos nascem com fimose

Tabaco prejudica desenvolvimento e sustentabilidade
6 de setembro de 2017
Pesquisa mostra negligência com a prevenção do câncer de próstata
24 de setembro de 2017
Exibir Tudo

97% dos meninos nascem com fimose

Dificuldade de higienização, maior probabilidade de infecções locais e infecções urinárias nas crianças são algumas das consequências da fimose. Estimativas apontam que cerca de 97% dos meninos nascem com o problema. Esse número cai para cerca de 10% aos 3 anos de idade e gira em torno de 1 a 3% nos adolescentes.

A fimose ocorre quando ao se puxar a pele do prepúcio não é possível expor a cabeça do pênis.

A fimose pode gerar dificuldade de higienização da cabeça do pênis, facilitando infecções locais e infecções urinárias nas crianças. Casos extremos de fimose, com anel muito estreito, podem causar dificuldade para urinar. Nos adultos, a fimose pode levar a incômodo e lesões durante a ereção e a relação sexual, atrapalhando inclusive a atividade sexual.

Na maior parte dos casos não é necessário qualquer tratamento, a fimose melhora espontaneamente.

Entretanto, há casos em que a pele que envolve a cabeça do pênis é bastante fechada e com tecido cicatricial. Outras vezes a criança desenvolve inflamações de repetição e infecção urinária.

A fimose faz parte do desenvolvimento da criança, sendo o descolamento do prepúcio um processo natural. Deve-se lavar o órgão apenas com água e sabão e evitar uso de papel toalha e cotonete. Ao contrário da crença comum, a cirurgia para correção da fimose não impede a sensibilidade do pênis. O procedimento diminui o risco de transmissão do vírus HIV e de algumas outras doenças sexualmente transmissíveis, além de reduzir a chance de infecção urinária.

Fonte: SBO